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13/01/2017

FENAJ lança no Rio relatório de violência contra jornalistas e liberdade de imprensa 2016

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lançou, no dia 12 de janeiro, às 15h, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, o Relatório da Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa 2016.  O levantamento da FENAJ, feito em parceria com os Sindicatos de Jornalistas, aponta um crescimento de 17,52% no número de casos de agressões, em relação ao ano anterior. Foram 161 casos de violência contra a categoria, 24 a mais do que os 137 casos registrados em 2015.


Produzido pela FENAJ com informações dos Sindicatos de Jornalistas desde 1998,  o Relatório de Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa é um importante instrumento de denúncia pública dos crimes cometidos contra os jornalistas no exercício de sua profissão.


Os dados relativos ao balanço de 2016 registram dois casos de assassinatos de jornalistas no exercício da profissão e  cinco assassinatos de outros comunicadores, que são citados para registro, mas não são somados aos números totais de casos de violência contra jornalistas.


As agressões físicas foram a violência mais comum em 2016, repetindo a tendência dos anos anteriores.  Houve 58 casos, nove a mais que no ano anterior. Mais uma vez grande parte das agressões físicas foi registrada em manifestações de rua. O relatório traz, ainda 26 casos de agressões verbais , 24 de ameaças/intimidações, 5 de atentados, 3 casos de censura, 18 cerceamentos à liberdade de imprensa por meio de ações judiciais, 13 impedimentos ao exercício profissional, 10 casos de prisões, detenções ou cárcere privado e duas situações de violência contra a organização sindical da categoria


Os 161 casos de violência contra a categoria vitimaram 222 jornalistas, visto que em várias ocorrências, mais de um profissional foi agredido. Consta no relatório também, como registro, o acidente com o avião da LaMia na Colômbia, que transportava a delegação da Chapecoense do qual 22 profissionais de imprensa foram vítimas fatais. Foi o acidente com o maior número de jornalistas mortos da história.


A presidenta da FENAJ, jornalista Maria José Braga, apresentou os números apurados que, mais uma vez, revelam que a categoria tornou-se alvo de diversos tipos de agressões.

 

 

 

Fonte: FENAJ

 

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